segunda-feira, 18 de maio de 2009

Solidão em plena vida...

Solidão em plena vida...
é ter familia e não poder contar com ela...

Solidão em plena vida...
é ter amigos e não poder velos...

Solidão em plena vida...
é ter um amor e lhe faltar carinho...

Solidão em plena vida...
pior que ser sozinho em plena morte...

...


"Eu hoje tive um pesadelo e levantei atento, a tempo
Eu acordei com medo e procurei no escuro
Alguém com seu carinho e lembrei de um tempo
Porque o passado me traz uma lembrança
Do tempo que eu era criança
E o medo era motivo de choro
Desculpa pra um abraço ou um consolo
Hoje eu acordei com medo mas não chorei
Nem reclamei abrigo
Do escuro eu via um infinito sem presente
Passado ou futuro
Senti um abraço forte, já não era medo
Era uma coisa sua que ficou em mim, que não tem fim
De repente a gente vê que perdeu
Ou está perdendo alguma coisa
Morna e ingênua
Que vai ficando no caminho
Que é escuro e frio mas também bonito
Porque é iluminado
Pela beleza do que aconteceu
Há minutos atrás"

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Dia das mães


Faço das minhas palavras a placa do Bugu.

ALO MAMÃE!!

Por tudo que fez, faz e faras na minhas vida. Por tudo
que ja sofreu, sofre, e sofrera na minha vida. Por tudo que
lhe deixou feliz e que ainda lhe dara mais felicidade na
sua vida e na nossa vida.
Por tudo...

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Mulheres e raposas


Mulheres...
não existe meio de viver sem elas...
a alma feminina é um fato denso...
o homem deve ter sua amada, sua musa...

Mas com varias mulheres no mundo,
qual deve ser a mais bela?
A mais bela é aquela que te amar,
que te faz ter paixão pela vida...

Mas existem mulheres que mesmo
não sendo seu amor são mais
que somente mulheres, são
o que chamo de mulheres raposa...

O que é uma mulher raposa???

A mulher raposa é mais que somente
uma alma feminina, ela tambem
é uma alma selvagem, instintiva,
possuidora de um carisma
sexual e magnetico

Poucas mulheres tem o que
lhes define como uma raposa.
Uma das poucas seria a romancista
Clarice Lispector, com suas narrativa
cativante, sem metricas e moldes

Assim como as mulheres, a raposa em si
e um animal astuto e rapido.
Poucos podem cativar uma raposa.
Pense nisso...

terça-feira, 3 de março de 2009

O corvo, de Edgar Allan Poe


The Raven
(by Edgar Allan Poe,
first published in 1845)

Once upon a midnight dreary, while I pondered, weak and weary,
Over many a quaint and curious volume of forgotten lore,
While I nodded, nearly napping, suddenly there came a tapping,
As of someone gently rapping, rapping at my chamber door.
" 'Tis some visitor," I muttered, "tapping at my chamber door;

Only this, and nothing more."

Ah, distinctly I remember, it was in the bleak December,
And each separate dying ember wrought its ghost upon the floor.
Eagerly I wished the morrow; vainly I had sought to borrow
From my books surcease of sorrow, sorrow for the lost Lenore,.
For the rare and radiant maiden whom the angels name Lenore,

Nameless here forevermore.

And the silken sad uncertain rustling of each purple curtain
Thrilled me---filled me with fantastic terrors never felt before;
So that now, to still the beating of my heart, I stood repeating,
" 'Tis some visitor entreating entrance at my chamber door,
Some late visitor entreating entrance at my chamber door.

This it is, and nothing more."

Presently my soul grew stronger; hesitating then no longer,
"Sir," said I, "or madam, truly your forgiveness I implore;
But the fact is, I was napping, and so gently you came rapping,
And so faintly you came tapping, tapping at my chamber door,
That I scarce was sure I heard you."
Here I opened wide the door;---

Darkness there, and nothing more.

Deep into the darkness peering, long I stood there, wondering, fearing
Doubting, dreaming dreams no mortals ever dared to dream before;
But the silence was unbroken, and the stillness gave no token,
And the only word there spoken was the whispered word,
Lenore?, This I whispered, and an echo murmured back the word,

"Lenore!" Merely this, and nothing more.

Back into the chamber turning, all my soul within me burning,
Soon again I heard a tapping, something louder than before,
"Surely," said I, "surely, that is something at my window lattice.
Let me see, then, what thereat is, and this mystery explore.
Let my heart be still a moment, and this mystery explore.

" 'Tis the wind, and nothing more."

Open here I flung the shutter, when, with many a flirt and flutter,
In there stepped a stately raven, of the saintly days of yore.
Not the least obeisance made he; not a minute stopped or stayed he;
But with mien of lord or lady, perched above my chamber door.
Perched upon a bust of Pallas, just above my chamber door,

Perched, and sat, and nothing more.

Then this ebony bird beguiling my sad fancy into smiling,
By the grave and stern decorum of the countenance it wore,
"Though thy crest be shorn and shaven thou," I said, "art sure no craven,
Ghastly, grim, and ancient raven, wandering from the nightly shore.
Tell me what the lordly name is on the Night's Plutonian shore."

Quoth the raven, "Nevermore."

Much I marvelled this ungainly fowl to hear discourse so plainly,
Though its answer little meaning, little relevancy bore;
For we cannot help agreeing that no living human being
Ever yet was blessed with seeing bird above his chamber door,
Bird or beast upon the sculptured bust above his chamber door,

With such name as "Nevermore."

But the raven, sitting lonely on that placid bust, spoke only
That one word, as if his soul in that one word he did outpour.
Nothing further then he uttered; not a feather then he fluttered;
Till I scarcely more than muttered,"Other friends have flown before;
On the morrow he will leave me, as my hopes have flown before."

Then the bird said,"Nevermore."

Startled at the stillness broken by reply so aptly spoken,
"Doubtless," said I, "what it utters is its only stock and store,
Caught from some unhappy master, whom unmerciful disaster
Followed fast and followed faster, till his songs one burden bore,---
Till the dirges of his hope that melancholy burden bore

Of "Never---nevermore."

But the raven still beguiling all my fancy into smiling,
Straight I wheeled a cushioned seat in front of bird and bust and door;,
Then, upon the velvet sinking, I betook myself to linking
Fancy unto fancy, thinking what this ominous bird of yore,
What this grim, ungainly, ghastly, gaunt, and ominous bird of yore

Meant in croaking, "Nevermore."

Thus I sat engaged in guessing, but no syllable expressing
To the fowl, whose fiery eyes now burned into my bosom's core;
This and more I sat divining, with my head at ease reclining
On the cushion's velvet lining that the lamplight gloated o'er,
But whose velvet violet lining with the lamplight gloating o'er

She shall press, ah, nevermore!

Then, methought, the air grew denser, perfumed from an unseen censer
Swung by seraphim whose footfalls tinkled on the tufted floor.
"Wretch," I cried, "thy God hath lent thee -- by these angels he hath
Sent thee respite---respite and nepenthe from thy memories of Lenore!
Quaff, O quaff this kind nepenthe, and forget this lost Lenore!"

Quoth the raven, "Nevermore!"

"Prophet!" said I, "thing of evil!--prophet still, if bird or devil!
Whether tempter sent, or whether tempest tossed thee here ashore,
Desolate, yet all undaunted, on this desert land enchanted--
On this home by horror haunted--tell me truly, I implore:
Is there--is there balm in Gilead?--tell me--tell me I implore!"

Quoth the raven, "Nevermore."

"Prophet!" said I, "thing of evil--prophet still, if bird or devil!
By that heaven that bends above us--by that God we both adore--
Tell this soul with sorrow laden, if, within the distant Aidenn,
It shall clasp a sainted maiden, whom the angels name Lenore---
Clasp a rare and radiant maiden, whom the angels name Lenore?

Quoth the raven, "Nevermore."

"Be that word our sign of parting, bird or fiend!" I shrieked, upstarting--
"Get thee back into the tempest and the Night's Plutonian shore!
Leave no black plume as a token of that lie thy soul spoken!
Leave my loneliness unbroken! -- quit the bust above my door!
Take thy beak from out my heart, and take thy form from off my door!"

Quoth the raven, "Nevermore."

And the raven, never flitting, still is sitting, still is sitting
On the pallid bust of Pallas just above my chamber door;
And his eyes have all the seeming of a demon's that is dreaming.
And the lamplight o'er him streaming throws his shadow on the floor;
And my soul from out that shadow that lies floating on the floor

Shall be lifted--- nevermore!


quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Vicios de um homem...


Quando me olho no espelho, vejo mais
do que somente meu reflexo fosco,
vejo meus vicios me corroendo lentamente
como acido sulfurico no osso

Me embriago com bebidas e comidas
sem perceber que elas me tragam.
Tento acordar desse pesadelo,
mas minha vida ja se tornou o negro liquido
que sorvo

Durante a noite, na hora mais inexata,
o vicio me chama e me força a traga-lo.
Minha garganta sente o alivio do frio,
mas minha alma se torna mais comrrompida
com o ato.

Não mais tenho forças para lutar,
e não o quero fazer. Meus sentidos
ja foram possuidos por tal vicio
que hoje fazem meu suplicio.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Desejos de um viajante...

O que um viajante pode desejar apos tanto
tempo fora de sua casa, de sua terra, de seu lar??
Este viajante pode desejar varias e varias coisa...
Ele pode desejar rever seus amigos, pode desejar
rever seus pais e parentes proximos, pode
desejar rever sua casa e seu verdadeiro lar,
mas acima de tudo ele pode desejar rever sua
mulher amada, por quem não so deseja, mas por
quem possui profundas saudades.


O viajante pode desejar mais e mais coisas, mas
este viajante que aqui vos fala deseja tudo o
que esta acima, e somente isso...